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21 setembro, 2023

O Estocismo e o Horror: Enfrentando o Medo

O estoicismo é uma filosofia de vida antiga que nos ensina a buscar a virtude, o autocontrole e a paz interior como meios de alcançar uma vida plena e serena. Por outro lado, o gênero do terror é conhecido por evocar emoções intensas de medo e ansiedade. À primeira vista, esses dois temas podem parecer incompatíveis, mas podemos explorar como o estoicismo pode nos ajudar a enfrentar o medo de maneira mais consciente e corajosa.

1. Compreendendo o Medo:

No estoicismo, a compreensão de nossas emoções é fundamental. Isso inclui o medo. Para enfrentá-lo, é importante identificar suas causas e raízes. Assim, podemos começar a lidar com o medo de maneira mais racional.

2. Autocontrole e Calma:

O estoicismo enfatiza o autocontrole e a manutenção da calma em todas as situações. Em muitos filmes de terror, os personagens enfrentam situações extremamente assustadoras. Aplicar princípios estoicos de autocontrole pode nos ajudar a enfrentar nossos medos e a tomar decisões mais ponderadas em momentos de tensão.

3. Aceitação da Morte e do Desconhecido:

O estoicismo também aborda a aceitação da morte e do desconhecido como parte natural da vida. No gênero de terror, muitas vezes nos deparamos com o desconhecido e o inevitável. A aplicação desses princípios pode nos ajudar a encarar os elementos assustadores do terror de maneira mais serena.

4. Coragem e Virtude:

A coragem é uma virtude valorizada no estoicismo e frequentemente demonstrada por personagens que enfrentam seus medos no gênero de terror. A coragem pode ser vista como a aplicação prática dos princípios estoicos em situações extremas, onde a busca pela virtude é testada ao máximo.

Conclusão:

O estoicismo e o horror podem parecer estranhamente contrastantes, mas a busca da virtude, do autocontrole e da coragem pode ser uma abordagem valiosa para enfrentar o medo, mesmo nas situações mais aterrorizantes. Lembre-se de que o estoicismo oferece um caminho para a paz interior, mesmo quando confrontados com o desconhecido e o assustador.

Embora a vida nem sempre seja um filme de terror, a filosofia estoica nos ensina a manter a calma, a buscar a coragem e a aceitar o desconhecido com serenidade. Isso pode nos ajudar a enfrentar nossos próprios medos pessoais e a encontrar paz em nossas vidas cotidianas, assim como nos momentos mais aterrorizantes que a vida pode nos apresentar.

17 outubro, 2019

Lançamento do livro ( NAS MONTANHAS DA LUA )

Olá pessoal tudo bem? venho através desta publicação lhes informar que meu livro está sendo editado até o começo do ano que vem será lançado! continue acessando o blog para receber novidades!

 site do livro

30 maio, 2016

i-doser full pack

Conteúdo do I-doser Full Pack.

*Pasta Setup:
Possui os instaladores das versões 4.5 e 5 Premium.
Na pasta com instalador da versão 4.5 há também a pasta com o crack e a pasta com os arquivos essenciais, para crackear o programa basta mover o arquivo do crack (IDoser.exe) para a pasta onde o I-Doser foi instalado e substituir o arquivo existente. Caso não consiga abrir o programa, copie os arquivos da pasta essenciais para a pasta onde o I-Doser foi instalado. A versão 5 Premium é instalada normalmente.

*Pasta Doses:
Possui todas as doses oficiais lançadas incluindo as doses Quick Hit e 42 doses não oficiais.

*Pastas DRG Fixer:
Possui o aplicativo DRG Fixer, usado para desbloquear alguma dose caso esta já tenha sida bloqueada por outro computador.

*Pasta Manual:
Possui o guia de uso do I-Doser e o manual de uso da dose You-Choose (ambos em inglês).


Site oficial do I-Doser: www.i-doser.com


[EN]
Contents of the I-doser Full Pack.

*Setup Folder:

Categoria: Programas


Tamanho: 36.27 MB

Download

19 maio, 2016

OS MUROS QUE NOS SEPARAM



“Toda vez que há um abuso cometido por um lado, pode-se ter certeza de um abuso compensatório cometido pelo outro. Ambos estão cheios de orgulho ferido e professada retidão moral. Cada uma sabe com detalhes excruciantes a maioria dos pequenos malefícios da outra, mas sequer vislumbra os seus próprios pecados e o sofrimento que suas próprias políticas têm causado. Os radicais de ambos os lados se estimulam mutuamente”. Carl Sagan.

Quando a liberdade de expressão é utilizada como ferramenta de manipulação das massas e conquista ou manutenção de um poder que não é do povo, há que se observar que vamos por um mau caminho.

É a liberdade de expressão que garante que homens e mulheres possam ter suas escolhas religiosas, de gênero, orientação sexual ou política respeitadas. Quem fere este direito está séculos atrasado em termos de concepção de mundo. Sabendo disso, porém, toda sorte de tiranos tem partido para novas formas de controle social: a segmentação, a compartimentação dos sujeitos e o estímulo ao embate entre eles.

Para colocarem em prática esse projeto, eles, os que são sedentos por poder e predomínio de seus interesses, criam caricaturas dos opostos de todos os segmentos sociais entre si. O negro encontrará no branco o seu único e direto opressor, o capitalista encontrará no comunista seu único e direto ofensor, o cristão encontrará no muçulmano seu único demônio a ser extirpado da face da terra, etc. (e, obviamente, vice-versa, em todos os exemplos citados). E essas caricaturas se perpetuam porque, depois de tantos séculos de antagonismos fabricados, depois de tantos embates e ferimentos, elas ganham quase que um corpo físico, e, portanto, se tornam cada vez mais úteis para os sujeitos que nelas acreditam.

Outro exemplo prático (e que pode ser considerado um dos mais nocivos para o Ser Humano como espécie) é o patriotismo. Desde a mais tenra idade, o Homem é submetido a um bombardeio cultural que lhe diz que é essencial amar o local onde nasceu, que este deve ser defendido com unhas e dentes, que a “pátria-mãe” possui os melhores valores em todo o mundo (além do mais, o sujeito nasceu nela, então é sinal de que todas as condições para tal foram favoráveis). A questão é que, esse estímulo à defesa e ao amor a tal pedaço de terra envolve até mesmo matar quem o questione, quem o “macule” com outras culturas. O diferente será sempre visto como o inferior e o que deve ser “ajustado” conforme os princípios da terra amada. E assim se justificam os investimentos em aparato militar, na formação e fortalecimento dos exércitos com mais e mais garotos e garotas; mais e mais dinheiro tirado da saúde, educação, agricultura, ou o que quer que seja: tem-se de garantir a soberania nacional, dizem os patriotas.

Reduz-se a humanidade, deturpa-se o significado de pluralidade, e aumenta-se a arrogância, a raiva e a vaidade. Essa é a fórmula da segmentação social tanto no macro quanto no micro universo.
Ao invés de lembrarmos dos milhares de inocentes entre os imigrantes que buscam socorro das atrocidades do Estado Islâmico, dentre eles contando-se crianças, idosos, doentes e desamparados, preferimos erguer muros nas fronteiras justamente por lembrarmos que o Estado Islâmico existe e pode estar ali infiltrado; praticamos uma conveniente generalização: muçulmanos são terroristas.

Essa cegueira impede que sejam detectados os fantasmas, os verdadeiros inimigos comuns, os sujeitos que coordenam esse teatro de ódio e segregação: os que possuem influência, dinheiro e algum poder, e que, por sua vez, sequer acreditam nos valores que incutem na mente das pessoas, pois o fazem só para ganhar mais poder e satisfação pessoal, em qualquer lugar do planeta em que estejam. Essa cegueira impede que a corrupção seja combatida em sua raiz. Essa cegueira impede que aprendamos uns com os outros.

Sem o exercício do autoconhecimento, não seremos capazes de identificar o inimigo comum, não vamos vencer o dogma de que exista um monopólio da verdade, não superaremos a situação de opressão porque não estaremos desenvolvendo nossa autonomia, e sim repetindo roteiros de terceiros.

O inimigo comum que incutiram em nossas mentes desde a mais tenra idade precisa ser exorcizado. Como Anonymous, não temos fronteiras ou bandeiras, somos humanos como entes físicos e vozes dos anseios por liberdade, horizontalidade e justiça em sua essência como proposta. Que não façamos parte deste circo de horrores, que não permitamos a existência de muros, que nos reencontremos com os milhares de homens e mulheres ao redor do mundo, e caminhemos com eles em prol de um futuro honesto e bom, um futuro de paz e tolerância, porque é nesse desejo, nesse objetivo, que somos um.


Anonymous 3ª Visão